Lilith – Núcleo de Pesquisas em Direito e Feminismos
  • Nota de Apoio – Acadêmicas da UDESC

    Publicado em 11/06/2018 às 15:37

    Segundo noticiado pela mídia local e nacional, bem como manifestações pelas redes sociais, alunas da Universidade Estadual de Santa Catarina- UDESC denunciam sofrerem assédio sexual cometido por um professor da instituição.

    O inquérito, concluído na semana passada, indicia o professor como autor de perturbação à tranquilidade, fato tipificado como contravenção penal. Há, ainda, outro inquérito em andamento, acerca de caso de estupro.

    O enquadramento em perturbação da tranquilidade, ainda em fase de inquérito, dá indícios de incompreensão acerca da aplicabilidade do crime de assédio sexual, nos termos do art. 216-A, do Código Penal.

    Diante nisso, segue nossa Nota de Apoio, entendendo que é necessário repensarmos a universidade e as instituições policiais e jurídicas acerca da violência contra as mulheres.


  • Nota de Apoio – Relato de racismo

    Publicado em 04/06/2018 às 15:44

    Há relatos de casos de racismo praticados pela torcida da PUC-Rio durante os Jogos Jurídicos em Petrópolis, na Região Serrana. Segundo os relatos, alunos da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), Universidade Federal Fluminense (UFF) e da Universidade Católica de Petrópolis (UCP) foram os alvos (mais informações: https://goo.gl/iFvvaj).

    Diante disso, o Lilith declara apoio às acadêmicas e acadêmicos da Universidade do Estado do Rio de Janeiro – UERJ, Universidade Federal Fluminense – UFF e Universidade Católica de Petrópolis – UCP,  firmando-se, enquanto nossa área de pesquisa e luta, como inaceitável que estudantes de Direito se silenciem diante de qualquer forma de violência, e intolerável que fomente e/ou reproduzam qualquer forma de violência, e exigindo providências.


  • Nossas boas vindas a você!

    Publicado em 30/05/2018 às 13:39

    “E o risco que assumimos aqui é o do ato de falar com todas as implicações. Exatamente porque temos sido falados, infantilizados (infans é aquele que não tem fala própria, é a criança que se fala na terceira pessoa, porque falada pelos adultos) que neste trabalho assumimos nossa própria fala. Ou seja, o lixo vai falar, e numa boa” (Lélia Gonzalez).